31/10/09
Sondagem Lobo Ibérico Vs Parques Eólicos
29/10/09
27/10/09
O Twitter, o Ambiente e a Economia
23/10/09
Environnement Wildlife Photographer of the Year
22/10/09
Dulce Pássaro, Ministra do Ambiente - Curriculum
Informações retiradas do sítio do Instituto de Resíduos: www.irar.pt
20/10/09
Pride (In the Name of Love) - U2 Celtic Tribute
Africa Celebrates U2 - Pride (In The Name Of Love)
Crónicas C’um Caneco - Dia 3
19/10/09
Caça vs Ambiente
18/10/09
Joel Xavier
17/10/09
Parque Eólico de Douro Sul
16/10/09
Lobos no Parque Eólico de Douro Sul
10/10/09
Parque Eólico da Cabreira
Crónicas C’um Caneco - Dia dois
Após o telefonema “da outra”, e sabendo que a polícia não tardaria a bater à porta, ainda pensou em pegar na velha mala, que por tantas batalhas tinha passado, despejar lá para dentro a (pouca) roupa que tinha e que se encontrava nas gavetas da cómoda, e fugir. Mas assim não poderia saber, pelo menos tão depressa quanto a curiosidade de uma mulher o permite, porque quereriam falar com ela e, mais importante, o que é que Tobias tinha a ver com o caso. Sim, porque para ser Vanessa a ter-se dado ao trabalho de lhe telefonar, é porque o Tobias estava metido em alguma confusão, que não deveria ser tão pequena quanto isso. E, de qualquer maneira, iria dar à sola porquê? Não tinha feito nada de mal! Bem, pelo menos que se lembrasse...É que aquela janela de 4 horas da madrugada anterior continuavam a ser um profundo buraco negro de lembranças.
Enquanto fumava “um pensativo cigarro”, ouviu a porta da rua brotar um esgar de dor, enquanto uma voz alta, firme e clara ordenava que abrisse a porta. Tinha chegado a polícia. Nervosa, com a beata trémula entre os amarelecidos dedos, abriu a porta, deparando-se com um tipo que nada tinha a ver com a voz que instantes antes ecoava pelo sala. Era Rodolfo. O Inspector Rodolfo da Judiciária, ladeado por mais dois agentes, ambos de casaco de cabedal rafado, e barba de três dias, a contrastar com a delicadeza da aparência do Inspector.
De imediato um gélido arrepio galgou toda a espinha de Eugénia. Alguma coisa lhe dizia que tempos problemáticos se avizinhavam. E não seriam financeiros...
(Continua...um destes dias!)
07/10/09
Crónicas C’um Caneco - Dia um
Tobias era o seu homem. O Homem, ora com agá grande ora com agá pequeno. O papel que representava na sua vida variava conforme os humores deste ou dos dias da semana. Certo, certo, é que entre segundas e quintas Tobias não aparecia. Mandava um dos seus “Streetdogs” fazer a coleta do que Epifânia tinha amealhado nessas 3 noites.
19/09/09
Imaginem (Republicação)

"Imaginem que vivem num país que não é um país.
Imaginem que os vossos pais e avós já nele viviam e não era um país.
Imaginem que o mundo imagina que nunca quiseram que fosse um país.
Imaginem esse país retalhado contra a vossa vontade.
Imaginem-se atirados para uma faixa de terreno isolada por redes e muros.
Imaginem que são impedidos de sair dela por terra, mar ou ar.
Imaginem essa faixa com cerca de 38 km por 10 km de área.
Imaginem que vivem numa aldeia cortada pela rede e pelo muro.
Imaginem que os vossos pais vivem do outro lado do muro.
Imaginem que apenas com uma licença podem passar para lá dele.
Imaginem que apenas com uma licença podem voltar.
Imaginem que, mesmo com licença, nunca sabem quando se pode passar o muro.
Imaginem que o vosso filho tem um acidente e precisa de um hospital do outro lado.
Imaginem que precisa de sangue.
Imaginem que não vos autorizam a passagem da ambulância onde ele segue para lá do muro.
Imaginem ver o vosso filho esvair-se em sangue à espera que o portão abra.
Imaginem voltar a casa com o corpo sem vida do vosso filho.
Imaginem que têm de ir trabalhar nos dias seguintes para o vosso campo do outro lado do muro.
Imaginem-se junto ao muro, à espera que o portão abra. Imaginem que abre.
Agora.
Imaginem-se a dormir junto à estrada, do outro lado do muro, num final de dia em que não vos deixaram voltar a entrar.
Imaginem que, no regresso, encontram uma escavadora sobre os escombros do que foi a vossa casa, as vossas roupas, os vossos livros, as vossas coisas...
Imaginem que têm de vender o terreno por dez vezes menos para arranjar outra casa.
Imaginem que têm de arranjar trabalho na construção do muro.
Imaginem-se a fazer cimento para ampliar o muro onde o vosso filho se esvaiu em sangue.
Imaginem que, finalmente, o mundo vos diz que o vosso país será mesmo um país.
Imaginem que vão votar pela primeira vez.
Imaginem que têm um governo eleito pela primeira vez.
Imaginem que o mundo não gosta do vosso governo.
Imaginem que o mundo impede que o vosso governo funcione.
Imaginem-se sem água e electricidade durante semanas.
Imaginem que não há polícia nas ruas, apenas militares estrangeiros.
Imaginem esses militares hostis ou, no melhor dos casos, indiferentes.
Imaginem que esses militares entram na casa do vosso vizinho durante a noite.
Imaginem não mais ver o vosso vizinho. Ninguém sabe porquê. Imaginem...
Imaginem-se, à noite, a sonhar com o vosso filho perdido.
Agora.
Imaginem raptados os membros do governo que elegeram.
Imaginem o mundo a ver televisão.
Imaginem a humilhação de tudo isto.
Imaginem todos estes anos."
E então imaginem alguém (a Esther Mucznik, por exemplo) dizer a vosso respeito:
"Não percebo porque alguns os vêem como vítimas."
Imaginem só...
Sugestões de leitura
03/09/09
Restaurante Vivenda das Trutas, Campelo, Figueiró dos Vinhos

RESULTADO: comi 1/2 bifana abafada em cebola e...3 Super Bock (valeu pela simpatia da...representante da Sony e pelas louras fresquinhas)! Ahh, quanto à sobremesa era fresquinha, fresquinha, fresquinha...congelada!!
14/08/09
Downloads ilegais: vai a TV Guia acabar
«A diferença entre um link e o seu conteúdo pode ser explicada da seguinte maneira: um jornal contém a programação televisiva, isto é, um link que permite que o cidadão possa descarregar um filme de um televisor através de um aparelho denominado “vídeo”. O link é a programação que o jornal traz, o conteúdo é transmitido pela estação de televisão. No caso dos sites de links ocorre o mesmo: o site possui o link e o cidadão, se dispõe de um programa de downloads configurado para identificar os links, pode colocar o seu computador em contacto com o de outros cidadãos de modo a descarregar o ficheiro. Nem uma única das 625 linhas do programa de televisão passa pelo jornal, nem um único bit da obra passa pelo site de links.
Um site de links apenas contém metadados (dados sobre dados), mas nunca uma obra protegida, pelo que não se poderá efectuar uma comunicação da mesma. Dado que não se regista uma comunicação pública, tanto faz que o site tenha ou não fins lucrativos, uma vez que a lei exige a simultaneidade de ambas as circunstâncias de modo que, na ausência de uma delas, não existe qualquer delito.»
David Bravo (um dos advogados de defesa no caso Sharemula)
Pergunto eu: será que vão fechar a TV Guia ou acabar com a programação TV nos jornais?
10/08/09
“Vão mas é trabalhar, pá”!!!
Ontem, pelas 20.15 horas, na A17, um carro da Brigada de Trânsito da GNR, circulava a 118 km/h, na faixa da direita. Nada de anormal, até aqui.
Uma fila de automóveis perfilava-se atrás da referida viatura, quais ovelhas seguidoras, com medo de ultrapassar os senhores agentes da autoridade. Também nada de anormal até aqui, partindo do princípio que somos Portugueses.
A Auto-estrada, que se encontrava sem qualquer tipo de congestionamento, em que se via um carro de 5 em 5 km, com excepção, está visto, daqueles que faziam parte da fila “ávida” de ver como conduz um BT-GNR.
Então não é que um desgraçado e irresponsável condutor de uma viatura se atreve a tentar ultrapassar os agentes com o seu bólide, a uns estonteantes 135 km/h!!! De imediato, zelosos do seu dever, os agentes, numa manobra digna dos melhores e mais seguros condutores, mudaram subitamente de faixa (para a central), ligando o seu avisador de tejadilho, com a frase “BT-Controlo de velocidade”, fazendo com que o abusador condutor se perfilasse, igualmente na faixa da direita, atrás da referida Brigada (que entretanto voltou à faixa original) , seguindo cerca de 10 carros, em fila indiana, e mantendo todos a respeitável distância de segurança de 5 metros entre carros, que, como se sabe é o “indicado” para uma AE!
Tal cena repetiu-se, pelo menos 3 vezes, uma delas comigo.
É a isto que chamam e apregoam de “condução segura”, “civismo”, “respeito”, etc, etc...?
Eu a isto chamo, pura e simplesmente, estupidez em estado puro de agentes de autoridade que não devem ter mais nada com que se preocupar do que gozar o prato, ou então mostrar a sua (não) autoridade (Freud deve ter uma explicação melhor para isto).
Como diz um famoso personagem dos Contemporâneos: “Vão mas é trabalhar, pá”!!!



